Por que fazer fisioterapia?

Saúde

O progresso é que os fisioterapeutas cuidavam apenas de atletas. Hoje eles tratam desde a celulite até as sequelas de derrame. E, na recuperação de traumas, seu papel é fundamental. Ainda assim, há quem as largue antes do término – uma precipitação que é um erro na certa!

Katharina vai chegar no mês que vem. E que não é de sua mãe, Juliane Marinho, tudo saiu como previsto. Zelosa, a advogada paulistana se desdobra em cuidados com a alimentação desde que soube da gravidez. Também passou um dormir direito. Mas a sua grande aliada é uma fisioterapia. “As sessões me relaxam com maior flexibilidade”, diz Juliane.

Exercícios na água, atividades para fortalecer as costas e técnicas para melhorar a respiração são alguns dos procedimentos fisioterapêuticos indicados como gestantes. Seminar nos alongamentos, que são sujeitos a hipertensão arterial na gestação – um exercício pré-eclâmpsia, em um segundo período recente da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. “O profissional é responsável pela correção de problemas”, afirma um fisioterapeuta da Sabrine Pfeiffer, do Hospital e da Maternidade São Luiz, na capital paulista.

Semper com o aval do obstetra, como as futuras mamães trabalham, ainda, a musculatura pélvica, o que facilita o parto e previne uma incontinência urinária, que afeta a 10% das mães quando entram na menopausa. Aliás, quando o escravo de qualquer bobagem, mais uma vez a fisioterapia é bem-vinda. “Em casos assim, uma das técnicas mais difundidas é o biofeedback”, contando com uma fisioterapeuta Milena Trudes Caires, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Com uma ajuda de um paciente, uma paciente pode controlar a musculatura do assoalho pélvico, o que facilita a retenção da urina.

São apenas exemplos. Uma ferramenta para ajudar em outras frentes. “Mas o fundamental é que a paciente reconheça a própria condição de cada procedimento e aprenda sua importância”, opina Maurício Garcia, fisioterapeuta do Instituto Cohen de Ortopedia, Reabilitação e Medicina do Esporte, em São Paulo. Na Espanha, pesquisadores da Universidade de Múrcia obtiveram, em um mesmo estudo, 184 pessoas com sofredores crônicas, que tiveram uma participação maior no processo de obtenção de informações sobre as técnicas fisioterapêuticas. E fique claro: ir até o final das sessões é o que faz a diferença. Infelizmente, a sensação de desconforto ea maioria dos pacientes se mantém na tentação de abandonar tudo – um passo em falso que pode custar caro.

Who already torceu the mind, machucou the knight ou deu o seu jeito nas sementas as sensações dolorosas que, muitas vezes, são insuportáveis ​​e mais intensas nos primeiros dias de póstrauma. Nessas horas, não há dúvida, uma meta de fisioterapia é dar um fim ao sofrimento. E, durante as primeiras sessões, não costuma faltar gelo. É um emblema de inflamação e de combate a inchaço.

Os primeiros dias de crise, o especialista em análise de uma prova que apontam para uma área afetada e o tamanho da encrenca. Assim, eleger os melhores aparelhos para tratar a lesão (confira o slideshow: uma mãozinha da tecnologia). Geralmente, são necessárias algumas sessões para que ele desapareça e, valere, é aí que mora o perigo.

FIM DO PRIMEIRO MOVIMENTO

Os apreciadores de música clássica sabem o que é certo para aplaudir é quando soa uma nota baixa de uma sinfonia – nunca antes disso, o que tiraria uma concentração da orquestra e atrapalharia todo o andamento. Pode ser que algo parecido com a saúde. Iniciada a primeira fase, não é o menos parcial do tratamento. Ainda é muito trabalho para garantir a harmonia do corpo. Quando termina um analgesia, é uma vez que as primeiras sessões focam-se em acabar com a dor, é uma vez que se tem uma pessoa nos eixos. “O que é o que fazer com a minha mãe?”, Conta Maurício Garcia, que também é coordenador do Centro de Traumatologia do Esporte da Universidade Federal de São Paulo, da Unifesp.

O tratamento nunca para antes da sua certeza disso. “No caso de uma torção, por exemplo, o risco de uma nova presença de agravos quando as sessões não são permitidas”, revela uma fisioterapeuta Maria Cecília dos Santos Moreira, diretora do Instituto de Reabilitação da Rede Lucy Montoro, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. O que somou antes do processo de cicatrização interna se completar. Portanto, quando a criança é preciso ter paciência e fazer o exercício para o fortalecimento da musculatura local. “E, claro, em alguns casos, deve-se corrigir a postura e fazer alongamento”, diz Natassia Orestes, também do Instituto Cohen.

Fortalecer a musculatura e restabelecer o equilíbrio são algumas das prioridades para os pacientes com seqüelas de derrame. “É preciso levar em consideração uma região do cérebro afetado pelo problema”, explica a fisioterapeuta Fátima Gobbi, do Centro de Reabilitação do Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista.

Como as sessões de sessões de incentivo para o estudo, a outra vez, um Encontro. São seqüências de exercícios para restabelecer a coordenação. Os pares começam a ter o seu próprio movimento, sem parar, sem escorregar.

De acordo com a indicação de guy, foi possível localizar o movimento de marcha no momento em que ele já estava sentado sozinho. “Até que a pessoa tenha segurança para se deslocar por conta própria, ela recebe apoio”, descreve Jeane Peixoto, do Instituto de Reabilitação da Rede Lucy Montoro. Até mesmo em derrames que deixam uma cadeira de rodas para sempre, uma fisioterapia é fundamental. Porque porque o risco de uma musculatura do corpo é atrofiar, ajustando a postura do cadeirante, por exemplo. Os paraplégicos precisam do mesmo cuidado, porque são, vivendo sentados, podem viver com inchaços pelo corpo, consumo na má circulação.

Mulheres que passaram por cirurgia para retirada do seio podem ter o movimento dos braços prejudicados. Além disso, há uma mudança na anatomia do tórax, que costuma alterar a postura – é uma outra área da mãozinha do fisioterapeuta se torna preciosa. Exercícios de alongamento e tendinites e pacientes na enfermaria. Há ainda uma drenagem linfática para inchaços que costumam dar como caras no pós-operatório. “A técnica não faz o tumor se espalhar, como se pensava no passado. Isso é mito ”, garante Milena Trudes Caires.

DENTRO DO HOSPITAL

Quando se trata de um problema grave, como um câncer ou um regime de medula, o ideal é que a assistência médica começa com a terapia intensiva. Não por menos. Pacientes que se deslocam muito ao longo do tempo tendem a ficar com as articulações e os músculos comprometidos. “É importante fazer um trabalho de prevenção de danos”, esclarece Ana Lígia Vasconcelos Maida, fisioterapeuta do Hospital Sírio-Libanês. “Pesquisas mostram que a reabilitação é feita no tempo de permanência na UTI”, revela o fisioterapeuta Sílvio César Autílio, do Hospital e Maternidade São Luiz.

A advogada paulistana Juliane Marinho, de 34 anos, descobriu a fisioterapia para as dores nas costas, inchaços e até mesmo nas dificuldades respiratórias de uma gestação. “Agora, sem muitos desconfortos, embora meu corpo totalmente enlameado”, conta. Por causa do peso da barriga e das mamas, como os gestantes têm o centro de gravidade alterado, o que pode prejudicar uma coluna. Outra alternativa na gravidez é ver os ligamentos, que, por obra de hormônios, costumam ser afrouxar, interferindo no equilíbrio.

“Minha meta é voltar a jogar tênis”, diz Antonio Fernando Seabra, de 70 anos. No final de 2008, o seguinte é um acidente vascular cerebral e, desde então, segue as sessões de fisioterapia com. Logo que cheguei hospital, eu não posso nem sequer me sentar. Hoje já estou caminhando ”, compara. As sessões de Seabra também têm momentos de puro relaxamento. “Aproveitar para aliviar as tensões”, conta o mineiro da cidade de Diamantina, que não é cansa de elogiar o tempo que a criança não faz no Centro de Reabilitação do Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista.

A favorita paulista Sílvia Cristina Jorio Palma, de 41 anos, desconfiava dos treinamentos excessivos de vôlei, na adolescência, por trás das quatro horas de discoteca que aparece em sua coluna. “Eu não tomo cuidado com a minha maquiagem durante os treinos”, conta. Há cerca de um ano, o quarteto de hérnias resolveu tirar o sossego de Sílvia. “Como dores se tornaram insuportavelmente fortes.” Depois de conversar com vários ortopedistas, que, inclusive, indicaram cirurgia, ela foi encaminhada ao tratamento fisioterapêutico. Há alguns meses e eu também sou um sinal de dor, uma moeda passou a fazer alongamento, pilates e RPG, ou seja, reeducação postural global.

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